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CARLLA
SILLVEIRA
1-Carlla, você venceu o concurso de Dança do Ventre, lançou vídeos didáticos, dançou na Khan el Khalili e começou carreira internacional...fale-nos sobre sua trajetória na Dança, enfatizando quais os pontos que uma bailarina deve considerar para evoluir em sua dança e em sua carreira.
(biografia feita por assessoria, a pedido de Carlla: ‘’ Trabalhava como
Secretária Executiva, mas estava infeliz”... Um dia em 1994, ela foi a
uma casa medieval onde conheceu saltimbancos com pierrôs, colombinas,
cigano e bobo da corte
www.esopo.com.br e apaixonou-se
pelo lugar. Dançando Gipsy kings como cliente lá, o dono ficou alucinado
com ela e convidou-a para fazer cigana na casa. Nunca havia dançado nada
na vida, mas ficou empolgada e aceitou. Começou a ver as apresentações
de Dança do Ventre. Apaixonou-se completamente. Para uma bailarina trilhar o caminho de uma carreira brilhante como qualquer outro profissional é necessário ter amos por aquilo que se faz. Projetar alvos e dedicar-se para alcançar metas.
2 - Você tem seu estúdio em Belo Horizonte , mas transita pelo Brasil e exterior...percebe alguma diferença quanto a região em nosso próprio país, em relação a preconceito ou oportunidades? Com certeza as regiões tem diferentes culturas e padrões de vida, estou certa que as opostunidades são diferentes, mas não o desej ode crescer, que é igual em todos os seres humanos. As vezes me deparo com grandes potenciais em lugares que não tem o menor recurso. Tudo isso pela força de vontade e dedicação dessas pessoas. 3 - Seu estilo de dança mantém o que eu chamo de “tradicional” em relação a ondulações, oitos...acho lindo a maneira com que conduz sua dança, inovando mas sem perder a graça...fale-nos sobre as tendências da dança do ventre atualmente. Agradeço o carinho, e vejo mesmo que as tendências vem sufocando a dança árabe tradicional. Sou a favor do progresso em tudo e da modernidade, mas sem esquecver a tradição dos movimentos e dos figurinos que retratam para as pessoas, principalmente as leigas, o que é a dança árabe.me assusta quando vejo bailarinas com micro saias e bustiês vulgarizando a dança. Essa já é tão sensual e insinuante, então acho que devemos tomar cuidado com essa postura do figurino, por exemplo. Quanto a tendência de movimentos, é realmente complicado tentar impedi-los, mas tentemos nos adaptar, digerir os mesmos e acrescentá-los em nossa dança, mas sem perder os antigos, que isso seja mais um elemento para a sua dança e não uma mudança total sem memória. 4- Conte-nos suas experiências no exterior... Nossa foi realmente maravilhoso ser rebecida em outro pais, outra língua, outra cultura e costumes, e ser aplaudida é gratificante. O melhor é chegar nesses lugares já sendo esperada, porque já conheciam meus dvd’s. confiram no meu Multiply fotos e a trajetória dessa viagem, a Noruega é meu segundo país. 5 - Agradecemos a entrevista e por favor, deixe seus recados, agenda e as novidades desse ano em seus cursos! Agradeço a atenção e o convite, é muito poder falar sobre a dança e sobre a minha trajetória, quanto a minha agenda vocês podem acompanhar no meu site. Eu tenho certeza de que todos os lugares serão marcantes e inesquecíveis para mim.
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