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O TESTE DOS SETE VÉUS Por
Jasmin Jahal -Tradução: Luciana Arruda Um dos mais
sedutores aspectos da Dança Oriental é o trabalho com os Véus.
Misterioso, exótico, macio e sensual, o Véu traduz a feminilidade
de forma única. A Arte de dançar com o véu envolve escolhas que você
precisa saber fazer com cuidado para melhorar ainda mais a sua
performance. 1.Tecidos:
A preferência por um tipo específico de tecido depende da sua
experimentação. Tente ao longo dos anos utilizar vários tecidos e cores
diferentes para encontrar o seu preferido. Geralmente: seda, chiffon
e polyester fazem véus maravilhosos. 2.Quando
Usar:
Numa dança oriental clássica Egípcia, a bailarina usualmente
utiliza o véu na entrada do show, usa de forma breve e o descarta. É o
contrário, por exemplo, numa rotina de estilo Grego, no qual a
bailarina utiliza o véu em toda a dança e o remove apenas no final. 3.Qual
o Formato:
Retangular seria a melhor alternativa. A maioria dos véus têm formato
regular, entretanto, se vocÊ optar por um corte arredondado, é muito
bonito. 4.Com
quantos véus pode-se dançar? Usualmente
até dois véus é adequado. A dança com véu duplo em sido utilizado
para enriquecer a rotina de movimentos e chamar a atenção visualmente.
Mais do que isso, poderia ‘fantasiar’ demais a dança. 5.Como
Conservá-los? O ideal é lavá-lo com
produtos pouco agressivos e secá-los estendidos em cadeiras, na
horizontal. Não é adequado passar os véus, pode estragar o tecido e
esvaecer as cores. Jamais lave véus de cores diferentes juntos, pois
manchará. 6.Quem
é Loie Fuller? Uma famosa bailarina
da virada do século. Ela ficou famosa em toda a Europa e Estados Unidos
por fazer um trabalho de véus utilizando recursos especiais de iluminação
e técnicas durante sua dança com véus que consistia em ‘criar’
imagens nos véus de borboletas, flores ou fogo. Ela inspirou muitas
bailarinas modernas, como Ruth St. Denis e Isadora Duncan. 7.O
que é a Dança dos Sete Véus e onde ela foi
Originalmente Apresentada? A primeira apresentação da Dança dos Setes Véus foi
originalmente apresentada numa Ópera, em 1910. Embora historicamente a
personagem ‘Salomé’ tenha criado esta dança, ela foi encenada pela
primeira vez na ópera ‘Salomé’, apresentada em Chicago por May
Garden.
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